• Assessoria de Comunicação

Sindicomunitário-SP participa de ato contra projeto da reforma da Previdência



Diretores do Sindicomunitário-SP reúnem-se na escadaria da catedral da Sé, no centro de São Paulo, para apoiar o ato contra a reforma da Previdência.

O Sindicomunitário-SP participou, na manhã de hoje, 20/02 (quarta-feira), na Praça da Sé, no centro da capital paulista, de ato contra a proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro.

Estiveram na manifestação o presidente do Sindicomunitário-SP, Jailson, acompanhado de sua diretoria. O companheiro Jailson chegou a fazer um pequeno pronunciamento ao vivo na página do sindicato no Facebook durante a manifestação.

O ato, que foi chamado de Assembleia Nacional da Classe Trabalhadora e aconteceu em outros estados, além de São Paulo, foi convocado pela Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Intersindical, Nova Central, Central Geral dos Trabalhadores, Central Sindical e Popular- Conlutas e Central dos Sindicatos Brasileiros.

O evento aconteceu no mesmo dia em que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) entregou a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma da Previdência no Congresso Nacional, logo pela manhã. Ele levou o documento pessoalmente, acompanhado pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Os três reuniram-se com os presidentes Rodrigo Maia (Câmara dos Deputados) e Davi Alcolumbre (Senado).

A princípio, a proposta estabelece idades mínimas de aposentadoria de 65 anos para homens e 62 para mulheres e fixa um mínimo de 20 anos de contribuição.

Segundo o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, a proposta entregue hoje deve ser votada na Câmara dos Deputados em maio.

A PEC encaminhada hoje não inclui os militares, e o governo deverá enviar em 30 dias ao Congresso um projeto para tratar da aposentadoria dessa categoria, também de acordo com Rogério Marinho.

“Todos os trabalhadores do Brasil precisam tomar as ruas deste País para não permitir esse retrocesso na Previdência Social. Os trabalhadores vão se matar de trabalhar e não terão o direito de se aposentar. Isso é uma injustiça que esse governo está fazendo com a classe trabalhadora”, disse o presidente Jailson em sua transmissão (veja o vídeo do Facebook clicando na imagem a seguir).


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© 2017 por David Paiva

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